"Lembro que sempre sonhei viver de amor e palavra." Herbert Vianna

Visitante número

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O tempo.



O futuro.
O passado.
Agora: o presente que eu trouxe para você!
(Abra e veja que virá).

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Quero apenas cinco coisas..
Primeiro é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser... sem que me olhes.
Abro mão da primavera para que continues me olhando.

Pablo Neruda

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Coisas de Pessoa... nas pessoas de Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos.

Dos olhares das janelas. Do que é janela. Do que a janela representa. Da metáfora "janelística". Do mundo através da janela. Do mundo visto pela janela. Do mundo que se espera ver por ela.

Janelas. Tantas janelas em tantos poemas de pessoas, de Pessoa.

"Tabacaria" merecerá um post especial já que me fez parar pra pensar muito a respeito, já que me fez lê-lo incontáveis vezes até achar que compreendi o que queria dizer. E ainda acho que não é isto mesmo. Enfim. 

Abram as janelas! :D





Não basta abrir a janela
Para ver os campos e o rio.
Não é bastante não ser cego
Para ver as árvores e as flores.
É preciso também não ter filosofia nenhuma.
Com filosofia não há árvores: há idéias apenas.
Há só cada um de nós, como uma cave.
Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora;
E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.


Alberto Caeiro

Uma chuva de amor perdida no mês de julho...

(05/07/2011)

"Sabe aqueles dias em que acorda com uma felicidade extrema, cheia de amor pra dar, com afeto transbordando pelo sorriso, olhos, mãos... Cheia daqueles melhores sentimentos que existe. Aqueles sentimentos que às vezes não vêm... mas que num simples dia, resolvem flutuar, transbordar.
Hoje eu acordei assim. Difícil isso acontecer ultimamente, mas acordei assim. Toda carente, e com vontade de carinho. Com vontade de alguém. Com vontades.
E sei lá.. acho que é nestes dias em que mais me apaixono. Mais me amo. Mais me encanto com as pessoas. Mais penso, reflito.
E como diria Carlos Drummond de Andrade.. " O amor é grande e cabe nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar."
O amor que eu tô e sinto hoje, cabe num abraço, cabe num beijo, cabe num afago, cabe nas mãos dadas, cabe naquelas palavras bonitas, mas não me cabe, não cabe tanto amor em mim. Será isto possível? E sim... é que me falta. Me faltam beijos e abraços. Me faltam pessoas. Me falta.
Transbordo o amor então.. quem quiser um pouco, pegue do chão."


Nina
E saio de um pensamento 
vou para outro
assim sem vírgulas
nem pontos finais
como quem muda de cômodo
e não fecha as portas

sexta-feira, 11 de novembro de 2011


Is this love that I'm feeling
Is this the love that 
I've been searching forIs this love or am 
I dreaming 
This must be love 
'Cause it's really got a hold on me 
A hold on me

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O Rio que vi. O sonho que vivi.

O primeiro sonho lúcido e compartilhado.
Primeira viagem juntos.
Primeira vez. Juntos a viajar.


Primeira vez a voar. Primeira vista do mar.


 

 Arte e beleza nas esquinas. Casas velhas e lindas.



Aqueles que de fora vêm para o Rio admirar, assim como eu.
Aqueles que mostram uma felicidade imensa.
Um amor incomensurável.
Me imagino assim... feliz eu rio. 
Que cativam com poucas palavras em pequenos momentos.
Gente assim, a gente encontra pelo Rio.

 Atrações turísticas conhecidas mundialmente. Tive  aoportunidade de conhecer de perto.

 E tive o prazer, a honra, a felicidade de estar ao lado de uma pessoa maravilhosa durante toda a viagem. 
Durante todo o sonho. E espero que durante toda a vida.



 E o que o "subaco" iluminado de Cristo abençoou, ninguém separa!